Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Prof. Marino (Marino Faria) disputou 7 eleições entre 1996 e 2012, para vereador, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Jacareí em 2008, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por SP: 29.101 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Jacareí/SP, declarou R$ 51 mil em receitas: R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 33 mil de doações privadas (19 doadores) e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 24 mil em 2008 e R$ 48 mil em 2006.
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Evolução da votação nas eleições
1.105 votos em 2012 · 7 eleições
A votação de Marino Faria em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 51 mil em receitas · R$ 30 mil em gastos contratados
Prof. Marino declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006, e vereador em Jacareí (SP) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 51 mil em receitas: R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 33 mil de doações privadas (19 doadores) e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil). Em 2008, R$ 24 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 48 mil em gastos contratados.
Receitas em 2012R$ 51 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 30 milcontratados
Gastos em 2008R$ 24 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 67% · pessoas 26% · empresas 3% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 48 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 11 mil21,9%
Materiais impressosR$ 8 mil16,4%
Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil8,2%
Serviços de terceirosR$ 3 mil6,9%
Outras 10 categoriasinclui R$ 164 lançados como "diversas a especificar"R$ 22 mil46,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2004ELEITO1.902LJacareí, São Paulo · 46 anos · Superior completo · Professor de Ensino de Primeiro e Segundo Graus · PT · nº 13200 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE29.101GSP · 44 anos · Superior completo · PT · nº 13200 · ver resultado completo
Coligação: PT / PCB / PC do B
Vereador · 2000ELEITO2.452LJacareí, São Paulo · 42 anos · Superior completo · Professor de Ensino de Primeiro e Segundo Graus · PT · nº 13200 · ver resultado completo
Coligação: PT / PV
Vereador · 1996ELEITO · MÉDIA926LJacareí, São Paulo · 38 anos · Dado Inexistente · PT · nº 13677 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.