Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Fausto Figueira (Fausto Figueira de Mello Junior) disputou 5 eleições entre 1996 e 2010, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2002; vereador de Santos em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por SP: 61.387 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por SP, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 597 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 37 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 551 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com pessoal (R$ 209 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 160 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 106 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 598 mil.
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Evolução da votação nas eleições
44.833 votos em 2010 · 5 eleições
A votação de Fausto Figueira de Mello Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 1,2 milhão em receitas · R$ 1,2 milhão em gastos contratados
Fausto Figueira declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 597 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 37 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 551 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com pessoal (R$ 209 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 160 mil). Em 2006, R$ 598 mil em gastos contratados.
Receitas em 2010R$ 1,2 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 1,2 milhãocontratados
Gastos em 2006R$ 598 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 22% · pessoas 22% · empresas 55% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 598 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 177 mil29,5%
Materiais impressosR$ 121 mil20,2%
Publicidade por jornais e revistasR$ 106 mil17,8%
Locação de imóveisR$ 27 mil4,5%
Outras 19 categoriasR$ 167 mil27,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000ELEITO8.087LSantos, São Paulo · 53 anos · Superior completo · Médico · PT · nº 13699 · ver resultado completo
Coligação: PCB / PC do B / PSB / PSTU / PT
Vereador · 1996ELEITO4.493LSantos, São Paulo · 49 anos · Dado Inexistente · PT · nº 13699 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.