Guilherme Nonato

Foto de Guilherme de Sá Cavalcante
Guilherme Nonato
Guilherme de Sá Cavalcante (nome civil)
4 eleições entre 2002 e 2012 · último partido PV
50 anos em 2012 · Masculino · Ensino médio incompleto
Operador de Aparelhos de Produção Industrial

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Guilherme Nonato (Guilherme de Sá Cavalcante) disputou 4 eleições entre 2002 e 2012, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por SP: 36.410 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Poá/SP, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 1 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 500) e pessoal (R$ 500). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 5 mil em 2010 (40% com publicidade por materiais impressos) e R$ 277 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

1 votos em 2012 (anulados) · 4 eleições

A votação de Guilherme de Sá Cavalcante em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

Guilherme Nonato declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006 e 2010, e vereador em Poá (SP) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 1 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 500). Em 2010, 40% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2006, R$ 277 mil em gastos contratados.

Receitas em 2012R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 3 milcontratados
Gastos em 2010R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2012Vereador, Poá (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 66% · próprios 34%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil38,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 50017,0%
  • PessoalR$ 50017,0%
  • Materiais impressosR$ 44915,2%
  • Outras 2 categoriasR$ 35412,0%
2010Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 100%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil40,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil39,0%
  • PessoalR$ 1 mil20,0%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 531,1%
2006Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 278 mil
64 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 41% · empresas 44% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 277 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 51 mil18,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 42 mil15,2%
  • PessoalR$ 30 mil10,8%
  • Despesas postaisR$ 26 mil9,4%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 859 lançados como "diversas a especificar"R$ 129 mil46,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892