- PessoalR$ 320 mil35,1%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 196 mil21,5%
- Serviços advocatíciosR$ 127 mil13,9%
- Materiais impressosR$ 79 mil8,6%
- Outras 13 categoriasinclui R$ 19 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 191 mil20,9%
Silvio Félix (Silvio Félix da Silva) disputou 7 eleições entre 1994 e 2022, para deputado federal, prefeito e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Limeira em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Limeira/SP: 118.146 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por SP, declarou R$ 921 mil em receitas: R$ 488 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 375 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 58 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 913 mil, principalmente com pessoal (R$ 320 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 196 mil) e serviços advocatícios (R$ 127 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 98 mil em 2016 e R$ 638 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Silvio Felix da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Silvio Félix declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Limeira (SP) em 2008 e 2016, e deputado federal por São Paulo em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 921 mil em receitas: R$ 488 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 375 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 58 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 913 mil, principalmente com pessoal (R$ 320 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 196 mil). Em 2016, R$ 98 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 638 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.