- PessoalR$ 54 mil42,5%
- Materiais impressosR$ 40 mil31,5%
- Locação de imóveisR$ 22 mil17,2%
- Publicidade por adesivosR$ 6 mil4,3%
- Outras 3 categoriasR$ 6 mil4,5%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Roberto Alves (Benedito Roberto Alves Ferreira) disputou 9 eleições entre 2000 e 2024, para vereador, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: vereador de Campinas em 2024 e 2012; deputado federal em 2018 e 2014; deputado estadual em 2002. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por SP: 130.516 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 131,4 milhões empenhados em 94 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 88 municípios; 97% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2024 para vereador em Campinas/SP, declarou R$ 130 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 19 mil de doações privadas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 128 mil, principalmente com pessoal (R$ 54 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 40 mil) e locação de imóveis (R$ 22 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1,4 milhão em 2022 (46% com pessoal) e R$ 972 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Benedito Roberto Alves Ferreira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Roberto Alves declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006, 2014, 2018 e 2022, e vereador em Campinas (SP) em 2008, 2012 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 130 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 19 mil de doações privadas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 128 mil, principalmente com pessoal (R$ 54 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 40 mil). Em 2022, 46% dos R$ 1,4 milhão em gastos foram com pessoal; em 2018, 53% dos R$ 972 mil em gastos foram com pessoal.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Roberto Alves teve R$ 131,4 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 94 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 88 municípios. Já foram pagos R$ 126,9 milhões (97%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2019 a 2022 foi Saúde (71%). As cidades que mais receberam na legislatura 2019 a 2022 foram Hortolândia, Sebastianópolis do Sul e São Paulo. Por legislatura: na legislatura 2019 a 2022, R$ 78,9 milhões em 55 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 52,5 milhões em 39 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 31,6 milhões | R$ 30,9 milhões | 98% | 22 | 4 |
| 2022 | R$ 18,3 milhões | R$ 17,4 milhões | 95% | 10 | 26 |
| 2021 | R$ 14,7 milhões | R$ 14 milhões | 96% | 13 | 17 |
| 2020 | R$ 13,9 milhões | R$ 12,9 milhões | 93% | 9 | 8 |
| Legislatura 2019 a 2022 | R$ 78,4 milhões | R$ 75,2 milhões | 96% | 54 | 43 |
Funções que mais receberam (2019 a 2022)
Municípios que mais receberam (2019 a 2022)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.