Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Milton Flavio (Milton Flávio Marques Lautenschlager) disputou 5 eleições entre 1994 e 2010, para deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por SP: 61.055 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por SP, declarou R$ 428 mil em receitas: R$ 110 mil de outras campanhas, R$ 43 mil de doações privadas (17 doadores), R$ 264 mil de empresas e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 428 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 167 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 54 mil) e publicidade por carros de som (R$ 48 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 564 mil.
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Evolução da votação nas eleições
43.415 votos em 2010 · 5 eleições
A votação de Milton Flavio Marques Lautenschlager em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 428 mil em receitas · R$ 428 mil em gastos contratados
Milton Flavio declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 428 mil em receitas: R$ 110 mil de outras campanhas, R$ 43 mil de doações privadas (17 doadores), R$ 264 mil de empresas e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 428 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 167 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 54 mil). Em 2006, R$ 564 mil em gastos contratados.
Receitas em 2010R$ 428 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 428 milcontratados
Gastos em 2006R$ 564 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 12% · pessoas 2% · empresas 79% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 564 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 196 mil34,7%
Materiais impressosR$ 120 mil21,3%
Combustíveis e lubrificantesR$ 55 mil9,8%
Publicidade por carros de somR$ 37 mil6,6%
Outras 16 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 155 mil27,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE61.055GSP · 55 anos · Superior completo · Medico · PSDB · nº 45101 · ver resultado completo
Coligação: PSDB / PFL / PSD
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE35.954GSP · 51 anos · Superior completo · Médico · PSDB · nº 45101 · ver resultado completo
Coligação: PSD / PSDB / PTB
Deputado Estadual · 1994ELEITO34.315GSP · 47 anos · Superior completo · Medico · PSDB · nº 45101 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.