- Materiais impressosR$ 359 mil22,0%
- PessoalR$ 316 mil19,4%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 301 mil18,5%
- Locação de imóveisR$ 120 mil7,4%
- Outras 20 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 535 mil32,8%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcos Martins (Marcos Lopes Martins) disputou 9 eleições entre 1994 e 2014, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 6 vezes: deputado estadual em 2014, 2010 e 2006; vereador de Osasco em 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por SP: 83.879 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por SP, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 150 mil de doações privadas (72 doadores), R$ 208 mil de empresas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 359 mil), pessoal (R$ 316 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 301 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 849 mil em 2010 e R$ 434 mil em 2006.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marcos Lopes Martins em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marcos Martins declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 150 mil de doações privadas (72 doadores), R$ 208 mil de empresas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 359 mil) e pessoal (R$ 316 mil). Em 2010, R$ 849 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 434 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.