Dr. Nelson Salomé

Dr. Nelson Salomé
Nelson Salomé (nome civil)
6 eleições entre 1994 e 2008 · último partido PR
77 anos em 2008 · Masculino · Superior completo
Médico

Dr. Nelson Salomé (Nelson Salomé) disputou 6 eleições entre 1994 e 2008, para vereador, deputado estadual e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Araras em 2008; deputado estadual em 1998. A maior votação foi em 1998, para deputado estadual por SP: 53.684 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Araras/SP, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 383 de outras campanhas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e encargos financeiros e taxas bancárias (R$ 40). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 192 mil.

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Evolução da votação nas eleições

1.386 votos em 2008 (eleito) · 6 eleições

A votação de Nelson Salomé em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

Dr. Nelson Salomé declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, e vereador em Araras (SP) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 383 de outras campanhas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e encargos financeiros e taxas bancárias (R$ 40). Em 2006, R$ 192 mil em gastos contratados.

Receitas em 2008R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 3 milcontratados
Gastos em 2006R$ 192 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2008

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2008Vereador, Araras (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 14% · próprios 86%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil84,7%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 401,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 38313,9%
2006Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 202 mil
7 doadores pessoas físicas
partido 2% · pessoas 1% · empresas 93% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 192 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 65 mil34,1%
  • Materiais impressosR$ 47 mil24,3%
  • Encargos sociaisR$ 24 mil12,3%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 12 mil6,1%
  • Outras 13 categoriasR$ 45 mil23,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 1998 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892