- Impulsionamento de conteúdosR$ 428 mil46,4%
- Militância e mobilização de ruaR$ 99 mil10,7%
- PessoalR$ 98 mil10,6%
- Materiais impressosR$ 94 mil10,2%
- Outras 16 categoriasR$ 203 mil22,0%
Segundo o Radar do Voto, Conte Lopes (PL) foi eleito deputado estadual por São Paulo em 2026, com 139.225 votos, pelo resultado oficial do TSE. Conte Lopes (Roberval Conte Lopes Lima) disputou 11 eleições entre 1994 e 2026, para deputado estadual, vereador e deputado federal. Ele foi eleito 9 vezes: deputado estadual em 2026, 2022, 2018, 2006, 2002, 1998 e 1994; vereador de São Paulo em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por SP: 207.006 votos. Na Assembleia Legislativa de São Paulo, indicou R$ 117,1 milhões em 327 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 69 municípios; 63% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SP, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 950 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 40 mil do Fundo Partidário, R$ 50 mil de outros recursos do partido, R$ 6 mil de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 921 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 428 mil), militância e mobilização de rua (R$ 99 mil) e pessoal (R$ 98 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 518 mil em 2022 e R$ 257 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Roberval Conte Lopes Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Conte Lopes declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, 2010, 2018, 2022 e 2026, vereador em São Paulo (SP) em 2012 e 2016, e deputado federal por São Paulo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 950 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 40 mil do Fundo Partidário, R$ 50 mil de outros recursos do partido, R$ 6 mil de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 921 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 428 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 99 mil); R$ 789 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 518 mil em gastos; em 2018, R$ 257 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa de São Paulo, Conte Lopes indicou R$ 117,1 milhões em 327 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 69 municípios. Até a coleta de out/2026 na fonte, 63% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (30%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram São Paulo, Ribeirão Preto e Avaré. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 107 milhões em 291 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 10,1 milhões em 36 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 32,6 milhões | R$ 8,9 milhões | 27% | 115 | 47 |
| 2025 | R$ 32,5 milhões | R$ 21,7 milhões | 67% | 97 | 37 |
| 2024 | R$ 30,8 milhões | R$ 24,9 milhões | 81% | 65 | 24 |
| 2023 | R$ 11 milhões | R$ 8,2 milhões | 75% | 14 | 7 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 107 milhões | R$ 63,7 milhões | 60% | 291 | 67 |
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: painel de emendas parlamentares do Governo do Estado de São Paulo, organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o painel de emendas do Governo do Estado de São Paulo (SGRI-SP) e a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Coleta na fonte em out/2026. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no painel de emendas do Governo do Estado de São Paulo (SGRI-SP) e a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.