Clovis Melo

Foto de Clovis Augusto de Melo
Clovis Melo
Clovis Augusto de Melo (nome civil)
7 eleições entre 1994 e 2012 · último partido DEM
60 anos em 2012 · Masculino · Superior completo
Advogado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Clovis Melo (Clovis Augusto de Melo) disputou 7 eleições entre 1994 e 2012, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Marília em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por SP: 8.889 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Marília/SP, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 6 mil de outras campanhas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 2 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 9 mil, 58% com publicidade por jornais e revistas.

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Evolução da votação nas eleições

777 votos em 2012 · 7 eleições

A votação de Clovis Augusto de Melo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 12 mil em receitas · R$ 12 mil em gastos contratados

Clovis Melo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, e vereador em Marília (SP) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 6 mil de outras campanhas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil). Em 2006, 58% dos R$ 9 mil em gastos contratados foram com publicidade por jornais e revistas.

Receitas em 2012R$ 12 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 12 milcontratados
Gastos em 2006R$ 9 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2012Vereador, Marília (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 49% · próprios 51%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil34,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil22,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil17,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil16,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 1 mil9,5%
2006Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 96% · pessoas 1% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 5 mil58,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 841,0%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 790,9%
  • Impostos, contribuições e taxasR$ 200,2%
  • Outras 3 categoriasR$ 3 mil39,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1996 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892