Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Camilo (Arnaldo Camilo dos Santos) disputou 8 eleições entre 1996 e 2020, para vereador, prefeito e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Osasco/SP: 6.933 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Osasco/SP, declarou R$ 14 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 14 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 10 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 4 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 195 mil em 2016 (47% com serviços de terceiros) e R$ 268 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
122 votos em 2020 · 8 eleições
A votação de Arnaldo Camilo dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 14 mil em receitas · R$ 14 mil em gastos
Camilo declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Osasco (SP) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 14 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 14 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 10 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 4 mil). Em 2016, 47% dos R$ 195 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2012, R$ 268 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 14 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 14 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 195 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil15,5%
Materiais impressosR$ 2 mil10,5%
Outras 3 categoriasR$ 2 mil8,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2020SUPLENTE122LOsasco, São Paulo · 70 anos · Branca · Superior completo · Empresário · PSD · nº 55456 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2016SUPLENTE1.641LOsasco, São Paulo · 66 anos · Branca · Superior completo · Empresário · PDT · nº 12123 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2012SUPLENTE2.008LOsasco, São Paulo · 62 anos · Superior completo · Empresário · PDT · nº 12123 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE6.624GSP · 52 anos · Superior completo · Auxiliar de Escritorio e Assemelhados · PV · nº 43043 · ver resultado completo
Vereador · 2000SUPLENTE3.024LOsasco, São Paulo · 50 anos · Superior completo · Ocupante de Cargo de Direcao e Assessoramento Intermediario · PV · nº 43043 · ver resultado completo
Coligação: PV / PRTB
Vereador · 1996SUPLENTE1.144LOsasco, São Paulo · 46 anos · Dado Inexistente · PTB · nº 14632 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.