- PessoalR$ 25 mil27,3%
- Materiais impressosR$ 23 mil25,0%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 14 mil15,4%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 8 mil8,9%
- Outras 12 categoriasinclui R$ 467 lançados como "diversas a especificar"R$ 22 mil23,4%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Barreto (Antônio Barreto dos Santos) disputou 4 eleições entre 1998 e 2006, para deputado estadual e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Araçatuba em 2000. A maior votação foi em 1998, para deputado estadual por SP: 26.513 votos. Na campanha de 2006 para deputado estadual por SP, declarou R$ 92 mil em receitas: R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 41 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 3 mil de empresas e R$ 42 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 92 mil, principalmente com pessoal (R$ 25 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 23 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 14 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Antônio Barreto dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Barreto declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por São Paulo em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 92 mil em receitas: R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 41 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 3 mil de empresas e R$ 42 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 92 mil, principalmente com pessoal (R$ 25 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 23 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.