Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, José Carlos Vieira disputou 5 eleições entre 1994 e 2010, para deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: deputado federal em 1994. A maior votação foi em 1994, para deputado federal por SC: 63.421 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por SC, declarou R$ 700 mil em receitas: R$ 508 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 26 mil de doações privadas (22 doadores) e R$ 165 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 700 mil, principalmente com pessoal (R$ 243 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 125 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 83 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 415 mil.
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Evolução da votação nas eleições
43.207 votos em 2010 · 5 eleições
A votação de José Carlos Vieira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 700 mil em receitas · R$ 700 mil em gastos contratados
José Carlos Vieira declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Santa Catarina em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 700 mil em receitas: R$ 508 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 26 mil de doações privadas (22 doadores) e R$ 165 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 700 mil, principalmente com pessoal (R$ 243 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 125 mil). Em 2006, R$ 415 mil em gastos contratados.
Receitas em 2010R$ 700 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 700 milcontratados
Gastos em 2006R$ 415 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 13% · pessoas 8% · empresas 79%
Gasto contratado
R$ 415 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 94 mil22,6%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 68 mil16,3%
Combustíveis e lubrificantesR$ 22 mil5,3%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 20 mil4,9%
Outras 10 categoriasR$ 211 mil50,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE23.275GSC · 49 anos · Superior completo · Engenheiro · PFL · nº 25199 · ver resultado completo
Deputado Federal · 1998SUPLENTE52.706GSC · 45 anos · Superior completo · Servidor Público Estadual · PFL · nº 2599 · ver resultado completo
Coligação: PFL / PPB
Deputado Federal · 1994ELEITO63.421GSC · 41 anos · Superior completo · Engenheiro · PFL · nº 2599 · ver resultado completoCâmara dos Deputados
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.