Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Milton Mendes (Milton Mendes de Oliveira) disputou 5 eleições entre 1994 e 2014, para senador, deputado federal e governador. Ele foi eleito 1 vez: deputado federal em 1994. A maior votação foi em 2002, para senador por SC: 881.024 votos. Na campanha de 2014 para senador por SC, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 887 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 15 mil de doações privadas (7 doadores), R$ 150 mil de empresas e R$ 55 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 466 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 250 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 110 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 259 mil, 67% com publicidade por materiais impressos.
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Evolução da votação nas eleições
428.000 votos em 2014 · 5 eleições
A votação de Milton Mendes de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 1,1 milhão em receitas · R$ 1,1 milhão em gastos contratados
Milton Mendes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Santa Catarina em 2006, e senador por Santa Catarina em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 887 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 15 mil de doações privadas (7 doadores), R$ 150 mil de empresas e R$ 55 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 466 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 250 mil). Em 2006, 67% dos R$ 259 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2014R$ 1,1 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 1,1 milhãocontratados
Gastos em 2006R$ 259 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 10 mil3,8%
Locação de imóveisR$ 6 mil2,3%
Locação/cessão de bens móveisR$ 6 mil2,2%
Outras 16 categoriasinclui R$ 41 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 65 mil25,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Governador · 1998NÃO ELEITO386.332GSC · 45 anos · Superior completo · Membros do Poder Legislativo: Senador, Deputados e Vereador · PT · nº 13 · ver resultado completo
Coligação: PC do B / PDT / PMN / PPS / PSB / PSN / PT
Deputado Federal · 1994ELEITO · MÉDIA24.610GSC · 41 anos · Superior completo · Advogado · PT · nº 1333 · ver resultado completoCâmara dos Deputados
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.