Jose Fritsch

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Jose Fritsch
9 eleições entre 1986 e 2022 · PT
68 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, José Fritsch disputou 9 eleições entre 1986 e 2022, para 1º suplente, prefeito, governador, deputado federal e senador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Chapecó em 2000 e 1996; deputado federal em 1994. A maior votação foi em 2002, para governador por SC: 834.385 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Chapecó/SC, declarou R$ 855 mil em receitas: R$ 228 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 231 mil de doações privadas (41 doadores), R$ 229 mil de empresas, R$ 58 mil de recursos próprios e R$ 109 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 855 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 240 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 147 mil) e pessoal (R$ 51 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1,3 milhão.

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Evolução da votação nas eleições

27.334 votos em 2008 · 9 eleições

A votação de Jose Fritsch em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalSenadorPrefeitoGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 855 mil em receitas · R$ 855 mil em gastos contratados

José Fritsch declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: governador por Santa Catarina em 2006, e prefeito em Chapecó (SC) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 855 mil em receitas: R$ 228 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 231 mil de doações privadas (41 doadores), R$ 229 mil de empresas, R$ 58 mil de recursos próprios e R$ 109 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 855 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 240 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 147 mil). Em 2006, R$ 1,3 milhão em gastos contratados.

Receitas em 2008R$ 855 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 855 milcontratados
Gastos em 2006R$ 1,3 milhãocontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2008

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2008Prefeito, Chapecó (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 855 mil
41 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 27% · pessoas 27% · empresas 27% · próprios 7% · outras 13%
Gasto contratado
R$ 855 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 240 mil28,1%
  • Materiais impressosR$ 147 mil17,2%
  • PessoalR$ 51 mil6,0%
  • Serviços de terceirosR$ 50 mil5,8%
  • Outras 20 categoriasinclui R$ 27 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 367 mil42,9%
2006Governador, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,3 milhão
9 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 79% · pessoas 2% · empresas 19%
Gasto contratado
R$ 1,3 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 386 mil30,8%
  • Materiais impressosR$ 187 mil14,9%
  • Serviços de terceirosR$ 55 mil4,4%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 23 mil1,8%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 19 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 61 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 603 mil48,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 1994, 1996 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892