- Materiais impressosR$ 1 mil24,8%
- Criação e inclusão de páginas na internetR$ 1 mil19,1%
- Serviços de terceirosR$ 5979,9%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 5509,1%
- Outras 3 categoriasR$ 2 mil37,0%

Dr. Kanan Buz (José Antônio Kanan Buz) disputou 7 eleições entre 1994 e 2010, para deputado federal, vereador, deputado estadual e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de São Leopoldo em 2000. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por RS: 23.399 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por RS, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 1 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 2 mil de empresas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil), criação e inclusão de páginas na internet (R$ 1 mil) e serviços de terceiros (R$ 597). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 30 mil em 2008 e R$ 66 mil em 2006.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de José Antônio Kanan Buz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dr. Kanan Buz declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006, vereador em São Leopoldo (RS) em 2008, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 1 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 2 mil de empresas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 1 mil). Em 2008, R$ 30 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 66 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.