Juliano Paz

Foto de Juliano da Paz Carvalho
Juliano Paz
Juliano da Paz Carvalho (nome civil)
7 eleições entre 1996 e 2018 · PSB
41 anos em 2018 · Masculino · Superior incompleto
Servidor Público Municipal
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Juliano Paz (Juliano da Paz Carvalho) disputou 7 eleições entre 1996 e 2018, para deputado estadual, vice-prefeito, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Gravataí em 2000. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por RS: 10.196 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por RS, declarou R$ 213 mil em receitas: R$ 600 de outros recursos do partido e R$ 212 mil de doações privadas (60 doadores). Os gastos contratados somam R$ 212 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 79 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 79 mil) e publicidade por adesivos (R$ 16 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 23 mil, 48% com serviços de terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

10.196 votos em 2018 · 7 eleições

A votação de Juliano da Paz Carvalho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 213 mil em receitas · R$ 212 mil em gastos

Juliano Paz declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2006, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 213 mil em receitas: R$ 600 de outros recursos do partido e R$ 212 mil de doações privadas (60 doadores). Os gastos contratados somam R$ 212 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 79 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 79 mil). Em 2006, 48% dos R$ 23 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2018R$ 213 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 212 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2006R$ 23 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 213 mil
60 doadores pessoas físicas
partido menos de 1% · pessoas 99%
Gasto contratado
R$ 212 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 79 mil37,3%
  • Materiais impressosR$ 79 mil37,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 16 mil7,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 9 mil4,4%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 820 lançados como "diversas a especificar"R$ 28 mil13,4%
2006Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 72% · pessoas 11% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 23 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 11 mil47,7%
  • Locação de imóveisR$ 4 mil16,9%
  • Materiais impressosR$ 2 mil9,7%
  • TelefoneR$ 2 mil7,8%
  • Outras 7 categoriasR$ 4 mil17,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892