Nestor Maltha

Nestor Maltha
Nestor Maltha Soares (nome civil)
6 eleições entre 1996 e 2008 · último partido PSB
57 anos em 2008 · Masculino · Ensino médio incompleto
Bancário e Economiário

Nestor Maltha (Nestor Maltha Soares) disputou 6 eleições entre 1996 e 2008, para vereador, deputado federal e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Viamão em 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por RS: 3.565 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Viamão/RS, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 3 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 150) e combustíveis e lubrificantes (R$ 100). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 10 mil.

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Evolução da votação nas eleições

1.848 votos em 2008 · 6 eleições

A votação de Nestor Maltha Soares em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 6 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos contratados

Nestor Maltha declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2006, e vereador em Viamão (RS) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 3 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 150). Em 2006, R$ 10 mil em gastos contratados.

Receitas em 2008R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 6 milcontratados
Gastos em 2006R$ 10 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2008

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2008Vereador, Viamão (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 48% · próprios 52%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil73,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1502,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1001,8%
  • PessoalR$ 1001,8%
  • Outras 4 categoriasR$ 1 mil20,3%
2006Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 96% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil38,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 9659,6%
  • Serviços de terceirosR$ 7007,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 4414,4%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 50 lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil40,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892