Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Emiliano do Ruben (Emiliano Beys) disputou 2 eleições entre 2002 e 2008, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por RS: 4.021 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Sapucaia do Sul/RS, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 1 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 650).
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Evolução da votação nas eleições
454 votos em 2008 · 2 eleições
A votação de Emiliano Beys em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 8 mil em receitas · R$ 8 mil em gastos contratados
Emiliano do Ruben declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Sapucaia do Sul (RS) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 1 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil).
partido e outras campanhas 17% · pessoas 61% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 2 mil20,8%
Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil14,0%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6507,7%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 911,1%
Outras 2 categoriasinclui R$ 123 lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil56,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE4.021GRS · 26 anos · Ensino médio incompleto · Estudante,bolsista, Estagiario e Assemelhados · PMDB · nº 15125 · ver resultado completo
Coligação: PMDB / PHS
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.