Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ciro Simoni (Ciro Carlos Emerim Simoni) disputou 6 eleições entre 1994 e 2014, para deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2014, 2010, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por RS: 55.622 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por RS, declarou R$ 332 mil em receitas: R$ 101 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 56 mil de doações privadas (35 doadores), R$ 66 mil de empresas e R$ 110 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 332 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 153 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 50 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 41 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 306 mil em 2010 (42% com pessoal) e R$ 72 mil em 2006.
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Evolução da votação nas eleições
55.622 votos em 2014 (eleito) · 6 eleições
A votação de Ciro Carlos Emerim Simoni em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 332 mil em receitas · R$ 332 mil em gastos contratados
Ciro Simoni declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006, 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 332 mil em receitas: R$ 101 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 56 mil de doações privadas (35 doadores), R$ 66 mil de empresas e R$ 110 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 332 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 153 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 50 mil). Em 2010, 42% dos R$ 306 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2006, 44% dos R$ 72 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.
Receitas em 2014R$ 332 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 332 milcontratados
Gastos em 2010R$ 306 milcontratados, campanha encerrada
partido 27% · pessoas 2% · empresas 17% · próprios 54%
Gasto contratado
R$ 72 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 32 mil43,9%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 16 mil21,8%
Materiais impressosR$ 16 mil21,7%
PessoalR$ 3 mil4,3%
Outras 4 categoriasR$ 6 mil8,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2006SUPLENTE25.798GRS · 55 anos · Superior completo · Médico · PDT · nº 12233 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE26.315GRS · 51 anos · Superior completo · Medico · PDT · nº 12233 · ver resultado completo
Coligação: PDT / PAN
Deputado Estadual · 1998ELEITO28.079GRS · 47 anos · Superior completo · Médico · PDT · nº 12233 · ver resultado completo
Coligação: PDT / PMN / PST
Deputado Estadual · 1994ELEITO22.052GRS · 43 anos · Superior completo · Secretario · PDT · nº 12233 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.