- Materiais impressosR$ 20 mil51,5%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 8 mil21,0%
- Locação de imóveisR$ 3 mil7,9%
- Serviços de terceirosR$ 3 mil6,8%
- Outras 3 categoriasR$ 5 mil12,7%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Luiz Noé (Luiz Noé Souza Soares) disputou 7 eleições entre 2000 e 2016, para prefeito, deputado estadual, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Cruz Alta em 2008 e 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por RS: 17.802 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Cruz Alta/RS, declarou R$ 39 mil em receitas: R$ 25 mil do Fundo Partidário, R$ 9 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 39 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 8 mil) e locação de imóveis (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 105 mil em 2014 e R$ 111 mil em 2010.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Luiz Noé Souza Soares em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Luiz Noé declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Cruz Alta (RS) em 2008, deputado federal por Rio Grande do Sul em 2010, deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2014, e prefeito em Cruz Alta (RS) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 39 mil em receitas: R$ 25 mil do Fundo Partidário, R$ 9 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 39 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 20 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 8 mil). Em 2014, R$ 105 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 111 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.