Gilson Thoen - Mamute

Foto de Gilson Leonardo Thoen
Gilson Thoen - Mamute
Gilson Leonardo Thoen (nome civil)
7 eleições entre 1996 e 2018 · último partido PDT
51 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Corretor de Imóveis, Seguros, Títulos e Valores
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gilson Thoen - Mamute (Gilson Leonardo Thoen) disputou 7 eleições entre 1996 e 2018, para deputado federal, vice-prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de NOVO Hamburgo em 2000 e 1996. A maior votação foi em 1998, para deputado estadual por RS: 12.018 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por RS, declarou R$ 120 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 41 mil de doações privadas (21 doadores) e R$ 77 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 112 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 33 mil), militância e mobilização de rua (R$ 21 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil).

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

6.396 votos em 2018 · 7 eleições

A votação de Gilson Leonardo Thoen em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 120 mil em receitas · R$ 112 mil em gastos

Gilson Thoen - Mamute declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 120 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 41 mil de doações privadas (21 doadores) e R$ 77 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 112 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 33 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 21 mil).

Receitas em 2018R$ 120 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 112 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas12018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 120 mil
21 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 34% · próprios 65%
Gasto contratado
R$ 112 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 33 mil29,1%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 21 mil18,7%
  • Materiais impressosR$ 17 mil15,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 10 mil8,8%
  • Outras 8 categoriasR$ 31 mil28,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1996 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892