- PessoalR$ 808 mil43,1%
- Materiais impressosR$ 422 mil22,5%
- Cessão ou locação de veículosR$ 249 mil13,3%
- Publicidade por adesivosR$ 97 mil5,2%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 91 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 298 mil15,9%
Segundo o Radar do Voto, Pedro Westphalen (PP) foi eleito deputado federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 128.095 votos, pelo resultado oficial do TSE. Pedro Westphalen (Pedro Bandarra Westphalen) disputou 7 eleições entre 2002 e 2026, para deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 7 vezes: deputado federal em 2026, 2022 e 2018; deputado estadual em 2014, 2010, 2006 e 2002. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por RS: 128.095 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 194,8 milhões empenhados em 70 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 228 municípios; 90% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por RS, declarou R$ 2,9 milhões em receitas: R$ 2,4 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 180 mil do Fundo Partidário e R$ 299 mil de doações privadas (19 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,9 milhão, principalmente com pessoal (R$ 808 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 422 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 249 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3,2 milhões em 2022 e R$ 1,5 milhão em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Pedro Bandarra Westphalen em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Pedro Westphalen declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006, 2010 e 2014, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,9 milhões em receitas: R$ 2,4 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 180 mil do Fundo Partidário e R$ 299 mil de doações privadas (19 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,9 milhão, principalmente com pessoal (R$ 808 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 422 mil); R$ 1,2 milhão já foram pagos. Em 2022, R$ 3,2 milhões em gastos; em 2018, 47% dos R$ 1,5 milhão em gastos contratados foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Pedro Westphalen teve R$ 194,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 70 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 228 municípios. Já foram pagos R$ 175,1 milhões (90%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (50%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Cruz Alta, Taquari e Júlio de Castilhos. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 112,9 milhões em 23 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 82 milhões em 47 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 37,7 milhões | R$ 22,5 milhões | 59% | 6 | 94 |
| 2025 | R$ 37,3 milhões | R$ 37,3 milhões | 99% | 9 | 141 |
| 2024 | R$ 37,9 milhões | R$ 37,7 milhões | 99% | 8 | 124 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 112,9 milhões | R$ 97,4 milhões | 86% | 23 | 218 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.