Delamar Mirapalheta

Delamar Mirapalheta
Delamar Correa Mirapalheta (nome civil)
5 eleições entre 2000 e 2008 · último partido PDT
53 anos em 2008 · Masculino · Superior completo
Advogado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Delamar Mirapalheta (Delamar Corrêa Mirapalheta) disputou 5 eleições entre 2000 e 2008, para vereador, deputado estadual e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Rio Grande em 2008 e 2004; vice-prefeito de Rio Grande em 2000. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por RS: 7.670 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Rio Grande/RS, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 1 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 700 de doações privadas, R$ 10 mil de empresas e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil), pessoal (R$ 6 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 22 mil, 43% com pessoal.

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Evolução da votação nas eleições

1.398 votos em 2008 (eleito) · 5 eleições

A votação de Delamar Correa Mirapalheta em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. EstadualVereadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 27 mil em receitas · R$ 27 mil em gastos contratados

Delamar Mirapalheta declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006, e vereador em Rio Grande (RS) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 1 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 700 de doações privadas, R$ 10 mil de empresas e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e pessoal (R$ 6 mil). Em 2006, 43% dos R$ 22 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2008R$ 27 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 27 milcontratados
Gastos em 2006R$ 22 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2008

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2008Vereador, Rio Grande (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 27 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 3% · empresas 37% · próprios 57%
Gasto contratado
R$ 27 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil23,2%
  • PessoalR$ 6 mil22,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil7,5%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil5,8%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 447 lançados como "diversas a especificar"R$ 11 mil40,9%
2006Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 22 mil
6 doadores pessoas físicas
partido 22% · pessoas 33% · empresas 4% · próprios 41%
Gasto contratado
R$ 22 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 10 mil42,9%
  • Materiais impressosR$ 4 mil19,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil10,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil8,5%
  • Outras 9 categoriasR$ 4 mil18,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892