- PessoalR$ 1,6 milhão61,5%
- Materiais impressosR$ 754 mil29,8%
- Publicidade por adesivosR$ 46 mil1,8%
- Locação de imóveisR$ 25 mil1,0%
- Outras 13 categoriasinclui R$ 66 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 149 mil5,9%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcio Biolchi (Márcio della Valle Biolchi) disputou 7 eleições entre 2000 e 2022, para deputado federal, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 7 vezes: deputado federal em 2022, 2018 e 2014; deputado estadual em 2010, 2006 e 2002; vereador de Carazinho em 2000. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por RS: 119.190 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 210,4 milhões empenhados em 73 emendas individuais aos orçamentos de 2019 a 2026, para 263 municípios; 87% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para deputado federal por RS, declarou R$ 2,5 milhões em receitas: R$ 2,5 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outros recursos do partido e R$ 30 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2,5 milhões, principalmente com pessoal (R$ 1,6 milhão), publicidade por materiais impressos (R$ 754 mil) e publicidade por adesivos (R$ 46 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,6 milhão em 2018 (57% com pessoal) e R$ 1,3 milhão em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marcio della Valle Biolchi em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marcio Biolchi declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006 e 2010, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2014, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 2,5 milhões em receitas: R$ 2,5 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outros recursos do partido e R$ 30 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 2,5 milhões, principalmente com pessoal (R$ 1,6 milhão) e publicidade por materiais impressos (R$ 754 mil). Em 2018, 57% dos R$ 1,6 milhão em gastos foram com pessoal; em 2014, 62% dos R$ 1,3 milhão em gastos contratados foram com pessoal.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Marcio Biolchi teve R$ 210,4 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 73 emendas individuais aos orçamentos de 2019 a 2026, para 263 municípios. Já foram pagos R$ 183,9 milhões (87%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (53%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Porto Alegre, Carazinho e Serafina Corrêa. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 112,3 milhões em 22 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 82,7 milhões em 42 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 15,4 milhões em 9 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 37,7 milhões | R$ 23,3 milhões | 62% | 6 | 96 |
| 2025 | R$ 37,1 milhões | R$ 34,8 milhões | 94% | 9 | 111 |
| 2024 | R$ 37,5 milhões | R$ 35,9 milhões | 96% | 7 | 65 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 112,3 milhões | R$ 93,9 milhões | 84% | 22 | 200 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.