Jerônimo Goergen

Foto de Jerônimo Pizzolotto Goergen
Jerônimo Goergen
Jerônimo Pizzolotto Goergen (nome civil)
5 eleições entre 2002 e 2018 · último partido PP
42 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Deputado
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jerônimo Goergen (Jerônimo Pizzolotto Goergen) disputou 5 eleições entre 2002 e 2018, para deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: deputado federal em 2018, 2014 e 2010; deputado estadual em 2006 e 2002. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por RS: 115.173 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 135,6 milhões empenhados em 82 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 178 municípios; 99% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para deputado federal por RS, declarou R$ 2,3 milhões em receitas: R$ 822 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 670 mil do Fundo Partidário, R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 838 mil de doações privadas (65 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,3 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 881 mil), pessoal (R$ 501 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 492 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,8 milhões em 2014 e R$ 792 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

89.707 votos em 2018 (eleito) · 5 eleições

A votação de Jerônimo Pizzolotto Goergen em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 2,3 milhões em receitas · R$ 2,3 milhões em gastos

Jerônimo Goergen declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2010, 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 2,3 milhões em receitas: R$ 822 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 670 mil do Fundo Partidário, R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 838 mil de doações privadas (65 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,3 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 881 mil) e pessoal (R$ 501 mil). Em 2014, R$ 2,8 milhões em gastos contratados; em 2010, R$ 792 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 2,3 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 2,3 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 2,8 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,3 milhões
65 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 35% · Fundo Partidário 29% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 36% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 2,3 milhões
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 881 mil37,9%
  • PessoalR$ 501 mil21,5%
  • Materiais impressosR$ 492 mil21,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 121 mil5,2%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 329 mil14,2%
2014Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,8 milhões
11 doadores pessoas físicas
partido 73% · pessoas 2% · empresas 25%
Gasto contratado
R$ 2,8 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 795 mil28,9%
  • PessoalR$ 484 mil17,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 304 mil11,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 253 mil9,2%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 817 lançados como "diversas a especificar" e R$ 457 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 918 mil33,3%
2010Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 794 mil
15 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas 4% · pessoas 2% · empresas 82% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 792 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 296 mil37,3%
  • PessoalR$ 225 mil28,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 101 mil12,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 39 mil4,9%
  • Outras 18 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 12 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 132 mil16,7%
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 318 mil
12 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 7% · empresas 78% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 318 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 73 mil23,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 68 mil21,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 35 mil11,0%
  • PessoalR$ 29 mil9,3%
  • Outras 20 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 113 mil35,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 135,6 milhões empenhados · 99% pago · 82 emendas em 178 municípios

Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 06/10/20263

Na Câmara dos Deputados, Jerônimo Goergen teve R$ 135,6 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 82 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 178 municípios. Já foram pagos R$ 134 milhões (99%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2019 a 2022 foi Saúde (50%). As cidades que mais receberam na legislatura 2019 a 2022 foram Santo Augusto, São Borja e São Valério do Sul. Por legislatura: na legislatura 2019 a 2022, R$ 82,5 milhões em 33 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 53,1 milhões em 49 emendas.2

EmpenhadoR$ 135,6 milhõesorçamentos de 2016 a 2023
PagoR$ 134 milhões99% do empenhado, com restos a pagar
Emendas82individuais
Municípios178diferentes
Por ano do orçamento (legislatura 2019 a 2022)
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2023R$ 31,9 milhõesR$ 31,9 milhões100%2511
2022R$ 18,4 milhõesR$ 18,4 milhões100%337
2021R$ 16,3 milhõesR$ 16,3 milhões100%242
2020R$ 15,9 milhõesR$ 15,7 milhões98%335
Legislatura 2019 a 2022R$ 82,5 milhõesR$ 82,2 milhões99%33106

Funções que mais receberam (2019 a 2022)

  1. 1SaúdeR$ 41,6 milhões50,4%
  2. 2Encargos EspeciaisR$ 40,3 milhões48,9%
  3. 3AgriculturaR$ 551 mil0,7%

Municípios que mais receberam (2019 a 2022)

  1. 1Santo AugustoR$ 7,2 milhões8,7%
  2. 2São BorjaR$ 2,8 milhões3,4%
  3. 3São Valério do SulR$ 1,9 milhão2,3%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2010, 2014 e 2018

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892