Ivar Pavan

Foto de Ivar Pavan
Ivar Pavan
7 eleições entre 1994 e 2022 · PT
71 anos em 2022 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Agricultor
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ivar Pavan disputou 7 eleições entre 1994 e 2022, para deputado estadual e deputado federal. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2006, 2002 e 1998. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por RS: 55.549 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por RS, declarou R$ 137 mil em receitas: R$ 45 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 13 mil de outras campanhas, R$ 73 mil de doações privadas (30 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 129 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 42 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 35 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 26 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 486 mil em 2014 (53% com publicidade por materiais impressos) e R$ 415 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

23.727 votos em 2022 · 7 eleições

A votação de Ivar Pavan em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 137 mil em receitas · R$ 129 mil em gastos

Ivar Pavan declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006 e 2022, e deputado federal por Rio Grande do Sul em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 137 mil em receitas: R$ 45 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 13 mil de outras campanhas, R$ 73 mil de doações privadas (30 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 129 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 42 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 35 mil). Em 2014, 53% dos R$ 486 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, R$ 415 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 137 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 129 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 486 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2022Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 137 mil
30 doadores pessoas físicas
FEFC 33% · partido e outras campanhas 10% · pessoas 53% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 129 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 42 mil32,3%
  • Materiais impressosR$ 35 mil27,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 26 mil20,1%
  • Serviços contábeisR$ 8 mil6,2%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 808 lançados como "diversas a especificar"R$ 18 mil14,1%
2014Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 486 mil
148 doadores pessoas físicas
pessoas 79% · empresas 15% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 486 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 256 mil52,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 44 mil9,1%
  • PessoalR$ 33 mil6,8%
  • Serviços de terceirosR$ 32 mil6,6%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 66 lançados como "diversas a especificar" e R$ 15 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 120 mil24,7%
2010Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 428 mil
13 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 67% · pessoas 9% · empresas 12% · próprios 8% · outras 3%
Gasto contratado
R$ 415 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 82 mil19,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 59 mil14,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 56 mil13,6%
  • Serviços de terceirosR$ 33 mil7,9%
  • Outras 20 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 28 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 185 mil44,5%
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 122 mil
41 doadores pessoas físicas
pessoas 61% · empresas 29% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 104 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 19 mil18,6%
  • Materiais impressosR$ 18 mil17,0%
  • Locação de imóveisR$ 13 mil12,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 13 mil12,1%
  • Outras 18 categoriasinclui R$ 53 lançados como "diversas a especificar"R$ 42 mil39,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1998, 2002 e 2006

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892