10 eleições entre 2000 e 2022 · último partido REPUBLICANOS
52 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Valter Nagelstein (Valter Luis da Costa Nagelstein) disputou 10 eleições entre 2000 e 2022, para deputado estadual, prefeito, deputado federal, vereador e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Porto Alegre em 2016, 2012 e 2008. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Porto Alegre/RS: 20.033 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por RS, declarou R$ 170 mil em receitas: R$ 70 mil do Fundo Partidário, R$ 10 mil de outras campanhas e R$ 90 mil de doações privadas (14 doadores). Os gastos contratados somam R$ 170 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 53 mil), pessoal (R$ 33 mil) e serviços de terceiros (R$ 26 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 523 mil em 2020 (52% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 445 mil em 2018.
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Evolução da votação nas eleições
14.888 votos em 2022 · 10 eleições
A votação de Valter Luis da Costa Nagelstein em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
PrefeitoDep. EstadualVereadorDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 170 mil em receitas · R$ 170 mil em gastos
Valter Nagelstein declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereador em Porto Alegre (RS) em 2008, 2012 e 2016, deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2014 e 2022, deputado federal por Rio Grande do Sul em 2018, e prefeito em Porto Alegre (RS) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 170 mil em receitas: R$ 70 mil do Fundo Partidário, R$ 10 mil de outras campanhas e R$ 90 mil de doações privadas (14 doadores). Os gastos contratados somam R$ 170 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 53 mil) e pessoal (R$ 33 mil). Em 2020, 52% dos R$ 523 mil em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2018, R$ 445 mil em gastos.
Receitas em 2022R$ 170 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 170 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 523 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 11% · pessoas 43% · empresas 46%
Gasto contratado
R$ 70 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 17 mil23,9%
PessoalR$ 15 mil22,1%
Publicidade por jornais e revistasR$ 15 mil21,9%
AlimentaçãoR$ 2 mil2,2%
Outras 9 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 21 mil29,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Estadual · 2022SUPLENTE14.888GRS · 52 anos · Branca · Superior completo · Advogado · REPUBLICANOS · nº 10010 · ver resultado completoprestação de contas
Prefeito · 2020NÃO ELEITO20.033LPorto Alegre, Rio Grande do Sul · 50 anos · Branca · Superior completo · Advogado · PSD · nº 55 · ver resultado completo
Deputado Federal · 2018SUPLENTE18.105GRS · 48 anos · Branca · Superior completo · Advogado · MDB · nº 1511 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2016ELEITO9.300LPorto Alegre, Rio Grande do Sul · 46 anos · Branca · Superior completo · Advogado · PMDB · nº 15200 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 2014SUPLENTE19.492GRS · 44 anos · Branca · Superior completo · Advogado · PMDB · nº 15510 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2012ELEITO8.940LPorto Alegre, Rio Grande do Sul · 42 anos · Superior completo · Vereador · PMDB · nº 15200 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2008ELEITO6.851LPorto Alegre, Rio Grande do Sul · 38 anos · Superior completo · Advogado · PMDB · nº 15200 · ver resultado completoprestação de contas
Vice-Prefeito · 2004NÃO ELEITO47.621LPorto Alegre, Rio Grande do Sul · 34 anos · Superior completo · Advogado · PMDB · nº 15 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.