Villa

Foto de Adão Roberto Rodrigues Villaverde
Villa
Adão Roberto Rodrigues Villaverde (nome civil)
5 eleições entre 2002 e 2014 · PT
56 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Deputado

Villa (Adão Roberto Rodrigues Villaverde) disputou 5 eleições entre 2002 e 2014, para deputado estadual e prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2014, 2010, 2006 e 2002. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Porto Alegre/RS: 76.548 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por RS, declarou R$ 473 mil em receitas: R$ 75 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 150 mil de doações privadas (55 doadores), R$ 225 mil de empresas e R$ 24 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 473 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 137 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 104 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 66 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3,6 milhões em 2012 (49% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 678 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

31.927 votos em 2014 (eleito) · 5 eleições

A votação de Adão Roberto Rodrigues Villaverde em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 473 mil em receitas · R$ 473 mil em gastos contratados

Villa declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006, 2010 e 2014, e prefeito em Porto Alegre (RS) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 473 mil em receitas: R$ 75 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 150 mil de doações privadas (55 doadores), R$ 225 mil de empresas e R$ 24 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 473 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 137 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 104 mil). Em 2012, 49% dos R$ 3,6 milhões em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2010, R$ 678 mil em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 473 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 473 milcontratados
Gastos em 2012R$ 3,6 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2012 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2014Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 473 mil
55 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 16% · pessoas 32% · empresas 48% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 473 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 137 mil29,0%
  • Materiais impressosR$ 104 mil22,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 66 mil13,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 59 mil12,4%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 23 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 107 mil22,7%
2012Prefeito, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,5 milhões
117 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 71% · pessoas 8% · empresas 20% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 3,6 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,8 milhão48,7%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 850 mil23,3%
  • Publicidade por carros de somR$ 280 mil7,7%
  • Materiais impressosR$ 252 mil6,9%
  • Outras 15 categoriasR$ 488 mil13,4%
2010Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 678 mil
67 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 16% · pessoas 18% · empresas 59% · próprios 3% · outras 5%
Gasto contratado
R$ 678 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 195 mil28,7%
  • Materiais impressosR$ 121 mil17,8%
  • Serviços de terceirosR$ 99 mil14,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 87 mil12,8%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 18 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 177 mil26,1%
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 319 mil
92 doadores pessoas físicas
pessoas 45% · empresas 52% · outras 3%
Gasto contratado
R$ 301 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 117 mil38,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 33 mil10,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 30 mil9,8%
  • Serviços de terceirosR$ 20 mil6,6%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 29 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 102 mil33,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2006, 2010 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892