- PessoalR$ 85 mil38,1%
- Cessão ou locação de veículosR$ 27 mil12,3%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 22 mil9,9%
- Publicidade por adesivosR$ 17 mil7,8%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 9 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 72 mil32,1%

Segundo o Radar do Voto, Paulo Tiririca (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputado estadual por Roraima em 2026, com 110 votos, pelo resultado oficial do TSE. Paulo Tiririca (Paulo Francisco da Silva) disputou 7 eleições entre 1996 e 2026, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Bonfim em 1996. A maior votação foi em 2000, para prefeito em Bonfim/RR: 1.758 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RR, declarou R$ 255 mil em receitas: R$ 146 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 109 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 224 mil, principalmente com pessoal (R$ 85 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 27 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 22 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 16 mil em 2016 e R$ 98 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Paulo Francisco da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Paulo Tiririca declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Roraima em 2006 e 2026, e prefeito em Bonfim (RR) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 255 mil em receitas: R$ 146 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 109 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 224 mil, principalmente com pessoal (R$ 85 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 27 mil); R$ 96 mil já foram pagos. Em 2016, R$ 16 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 98 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.