Lucia Peixoto (Maria Lúcia Rodrigues Marques) disputou 5 eleições entre 2002 e 2016, para vereadora, prefeita e deputada estadual, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 2 vezes: deputada estadual em 2006 e 2002. A maior votação foi em 2010, para deputada estadual por RR: 3.179 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Boa Vista/RR, declarou R$ 65 mil em receitas: R$ 34 mil do Fundo Partidário, R$ 6 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 25 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 65 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 21 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 16 mil) e publicidade por adesivos (R$ 8 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 126 mil em 2012 (60% com publicidade por materiais impressos) e R$ 225 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
1.329 votos em 2016 · 5 eleições
A votação de Maria Lucia Rodrigues Marques em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 65 mil em receitas · R$ 65 mil em gastos contratados
Lucia Peixoto declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputada estadual por Roraima em 2006 e 2010, prefeita em Cantá (RR) em 2012, e vereadora em Boa Vista (RR) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 65 mil em receitas: R$ 34 mil do Fundo Partidário, R$ 6 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 25 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 65 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 21 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 16 mil). Em 2012, 60% dos R$ 126 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, R$ 225 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 65 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 65 milcontratados
Gastos em 2012R$ 126 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 17 mil21,2%
Materiais impressosR$ 15 mil19,4%
PessoalR$ 5 mil6,4%
Outras 5 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil5,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.