Airton Cascavel

Foto de Airton Antonio Soligo
Airton Cascavel
Airton Antonio Soligo (nome civil)
7 eleições entre 1990 e 2018 · último partido PRB
54 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Airton Cascavel (Airton Antônio Soligo) disputou 7 eleições entre 1990 e 2018, para deputado federal, deputado estadual, prefeito e vice-governador. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2002 e 1990; deputado federal em 1998; vice-governador em 1994. A maior votação foi em 1998, para deputado federal por RR: 15.234 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por RR, declarou R$ 595 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 95 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 595 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 308 mil), pessoal (R$ 97 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 44 mil). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 126 mil, 51% com pessoal.

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Evolução da votação nas eleições

10.490 votos em 2018 (anulados) · 7 eleições

A votação de Airton Antonio Soligo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualGovernadorDep. FederalPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 595 mil em receitas · R$ 595 mil em gastos

Airton Cascavel declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Roraima em 2014, e deputado federal por Roraima em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 595 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 95 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 595 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 308 mil) e pessoal (R$ 97 mil). Em 2014, 51% dos R$ 126 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2018R$ 595 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 595 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 126 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, RoraimaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 595 mil
sem doações de pessoas
FEFC 84% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 595 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 308 mil51,8%
  • PessoalR$ 97 mil16,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 44 mil7,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 32 mil5,4%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 21 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 114 mil19,1%
2014Deputado estadual, RoraimaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 126 mil
doações de pessoas
partido 80% · pessoas 3% · empresas 6% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 126 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 64 mil50,9%
  • Materiais impressosR$ 40 mil32,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 7 mil5,6%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 6 mil5,1%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 300 lançados como "diversas a especificar"R$ 8 mil6,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1994, 1998 e 2002

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892