62 anos em 2010 · Masculino · Ensino médio completo
Deputado
Neri Firigolo disputou 5 eleições entre 1994 e 2010, para deputado estadual, prefeito e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 2006 e 2002. A maior votação foi em 2000, para prefeito em Cacoal/RO: 8.151 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por RO, declarou R$ 232 mil em receitas: R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 71 mil de doações privadas (21 doadores) e R$ 155 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 232 mil, principalmente com pessoal (R$ 85 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 26 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 20 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 103 mil.
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Evolução da votação nas eleições
6.728 votos em 2010 · 5 eleições
A votação de Neri Firigolo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 232 mil em receitas · R$ 232 mil em gastos contratados
Neri Firigolo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Rondônia em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 232 mil em receitas: R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 71 mil de doações privadas (21 doadores) e R$ 155 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 232 mil, principalmente com pessoal (R$ 85 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 26 mil). Em 2006, R$ 103 mil em gastos contratados.
Receitas em 2010R$ 232 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 232 milcontratados
Gastos em 2006R$ 103 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 4% · pessoas 26% · próprios 70%
Gasto contratado
R$ 103 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 13 mil12,6%
Combustíveis e lubrificantesR$ 9 mil8,8%
Materiais impressosR$ 5 mil5,3%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 5 mil4,9%
Outras 13 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 70 mil68,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 19946.085não eleitoGRO · 46 anos · Ensino médio completo · Representante Comercial · PT · nº 1390 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.