Sargento Siqueira

Sargento Siqueira
Edson Siqueira de Lima (nome civil)
5 eleições entre 2000 e 2008 · último partido PV
42 anos em 2008 · Masculino · Superior completo
Vereador

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Sargento Siqueira (Edson Siqueira de Lima) disputou 5 eleições entre 2000 e 2008, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Natal em 2004. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por RN: 16.310 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Natal/RN, declarou R$ 29 mil em receitas: R$ 6 mil de outros recursos do partido e R$ 23 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 29 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 12 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 3 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 16 mil.

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Evolução da votação nas eleições

2.226 votos em 2008 · 5 eleições

A votação de Edson Siqueira de Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 29 mil em receitas · R$ 29 mil em gastos contratados

Sargento Siqueira declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Norte em 2006, e vereador em Natal (RN) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 29 mil em receitas: R$ 6 mil de outros recursos do partido e R$ 23 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 29 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 12 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil). Em 2006, R$ 16 mil em gastos contratados.

Receitas em 2008R$ 29 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 29 milcontratados
Gastos em 2006R$ 16 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2008

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2008Vereador, Natal (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 29 mil
sem doações de pessoas
partido 22% · próprios 78%
Gasto contratado
R$ 29 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 12 mil39,9%
  • Materiais impressosR$ 4 mil13,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil10,2%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil6,8%
  • Outras 3 categoriasR$ 9 mil29,8%
2006Deputado estadual, Rio Grande do NorteVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
doações de pessoas
pessoas 38% · empresas 38% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil22,5%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 710,5%
  • Outras 2 categoriasR$ 12 mil77,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892