- Serviços advocatíciosR$ 70 mil19,4%
- Cessão ou locação de veículosR$ 62 mil17,3%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 54 mil14,9%
- Materiais impressosR$ 47 mil12,9%
- Outras 11 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 128 mil35,4%
Segundo o Radar do Voto, Getúlio Rêgo (PL) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio Grande do Norte em 2026, com 21.626 votos, pelo resultado oficial do TSE. Getúlio Rêgo (Getúlio Nunes do Rêgo) disputou 10 eleições entre 1994 e 2026, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 7 vezes: deputado estadual em 2018, 2014, 2010, 2006, 2002, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por RN: 52.118 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte, indicou R$ 600 mil em 4 emendas estaduais ao orçamento de 2023, para 1 município; 0% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RN, declarou R$ 289 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 80 mil do Fundo Partidário e R$ 9 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 360 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 70 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 62 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 54 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 118 mil em 2022 (47% com publicidade por adesivos) e R$ 309 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Getúlio Nunes do Rêgo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Getúlio Rêgo declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Norte em 2006, 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 289 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 80 mil do Fundo Partidário e R$ 9 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 360 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 70 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 62 mil); R$ 280 mil já foram pagos. Em 2022, 47% dos R$ 118 mil em gastos foram com publicidade por adesivos; em 2018, R$ 309 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte, Getúlio Rêgo indicou R$ 600 mil em 4 emendas estaduais ao orçamento de 2023 (legislatura 2019 a 2022), para 1 município. Até a coleta na fonte, 0% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Secretaria de Estado do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social (67%). A cidade que mais recebeu foi 18872.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 600 mil | R$ 0 | 0% | 4 | 1 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Assembleia Legislativa do RN — Portal de Emendas Parlamentares, organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Rio Grande do Norte e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Rio Grande do Norte e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.