Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Carlos Lupi (Carlos Roberto Lupi) disputou 7 eleições entre 1986 e 2014, para senador, governador, 1º suplente senador, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: deputado federal em 1990. A maior votação foi em 2014, para senador por RJ: 228.086 votos. Na campanha de 2014 para senador por RJ, declarou R$ 2,8 milhões em receitas: R$ 501 mil do Fundo Partidário, R$ 2,2 milhões de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 13 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 44 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 2,6 milhões, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 1,1 milhão), publicidade por materiais impressos (R$ 876 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 338 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 651 mil.
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Evolução da votação nas eleições
228.086 votos em 2014 · 7 eleições
A votação de Carlos Roberto Lupi em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 2,8 milhões em receitas · R$ 2,6 milhões em gastos contratados
Carlos Lupi declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: governador por Rio de Janeiro em 2006, e senador por Rio de Janeiro em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 2,8 milhões em receitas: R$ 501 mil do Fundo Partidário, R$ 2,2 milhões de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 13 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 44 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 2,6 milhões, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 1,1 milhão) e publicidade por materiais impressos (R$ 876 mil). Em 2006, R$ 651 mil em gastos contratados.
Receitas em 2014R$ 2,8 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 2,6 milhõescontratados
Gastos em 2006R$ 651 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 210 mil32,4%
Publicidade por jornais e revistasR$ 71 mil10,8%
Materiais impressosR$ 16 mil2,4%
Transporte ou deslocamentoR$ 2 mil0,3%
Outras 3 categoriasR$ 352 mil54,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
1º Suplente Senador · 1998—GRJ · 41 anos · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PDT · nº 121 · suplente de senador não recebe voto nominal · ver a eleição
Coligação: PDT / PSB / PT
Deputado Federal · 1994SUPLENTE20.263GRJ · 37 anos · Superior completo · Professor · PDT · nº 1252 · ver resultado completo
Deputado Federal · 1990ELEITO20.504GRJ · 33 anos · PDT · nº 1252 · ver resultado completoCâmara dos Deputados
Deputado Estadual · 1986SUPLENTE4.963GRJ · 29 anos · PDT · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.