Ricardo Costa

Foto de Ricardo Jose de Oliveira Costa
Ricardo Costa
Ricardo Jose de Oliveira Costa (nome civil)
6 eleições entre 2002 e 2018 · último partido PP
67 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Deputado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ricardo Costa (Ricardo José de Oliveira Costa) disputou 6 eleições entre 2002 e 2018, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 2014 e 2010. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por PE: 41.140 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por PE, declarou R$ 340 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 205 mil de outras campanhas e R$ 35 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 335 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 167 mil), militância e mobilização de rua (R$ 63 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 35 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 251 mil em 2016 (44% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 434 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

19.978 votos em 2018 · 6 eleições

A votação de Ricardo Jose de Oliveira Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 340 mil em receitas · R$ 335 mil em gastos

Ricardo Costa declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Pernambuco em 2006, 2010, 2014 e 2018, e prefeito em Olinda (PE) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 340 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 205 mil de outras campanhas e R$ 35 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 335 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 167 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 63 mil). Em 2016, 44% dos R$ 251 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2014, R$ 434 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 340 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 335 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 251 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 340 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 29% · partido e outras campanhas 60% · pessoas 10%
Gasto contratado
R$ 335 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 167 mil50,0%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 63 mil18,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 35 mil10,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 31 mil9,3%
  • Outras 6 categoriasR$ 39 mil11,6%
2016Prefeito, Olinda (PE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 252 mil
10 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 40% · pessoas 50% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 251 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 110 mil43,8%
  • Materiais impressosR$ 62 mil24,5%
  • Serviços de terceirosR$ 36 mil14,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 18 mil7,0%
  • Outras 8 categoriasR$ 26 mil10,4%
2014Deputado estadual, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 434 mil
11 doadores pessoas físicas
partido 3% · pessoas 25% · empresas 67% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 434 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 127 mil29,2%
  • PessoalR$ 111 mil25,7%
  • Materiais impressosR$ 93 mil21,4%
  • Serviços de terceirosR$ 31 mil7,2%
  • Outras 12 categoriasR$ 72 mil16,6%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 198 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 72% · pessoas 28%
Gasto contratado
R$ 198 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 60 mil30,3%
  • Materiais impressosR$ 42 mil21,1%
  • PessoalR$ 30 mil15,0%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 16 mil7,9%
  • Outras 8 categoriasR$ 51 mil25,7%
2006Deputado estadual, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 38 mil
13 doadores pessoas físicas
pessoas 89% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 38 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 17 mil44,2%
  • Materiais impressosR$ 10 mil26,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil14,0%
  • Despesas postaisR$ 3 mil7,7%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 50 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil7,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2010 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892