Silvio Costa

Foto de Silvio Serafim Costa
Silvio Costa
Silvio Serafim Costa (nome civil)
10 eleições entre 1994 e 2022 · último partido REPUBLICANOS
66 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Empresário
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Silvio Costa (Silvio Serafim Costa) disputou 10 eleições entre 1994 e 2022, para 1º suplente, senador, deputado federal, prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: 1º suplente em 2022; deputado federal em 2014 e 2010; deputado estadual em 2002; vereador de Recife em 2000. A maior votação foi em 2018, para senador por PE: 680.435 votos. No Senado Federal, teve R$ 55,8 milhões empenhados em 87 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 34 municípios; 86% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para senador por PE, declarou R$ 421 mil em receitas: R$ 308 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 27 mil de outras campanhas e R$ 86 mil de doações privadas (5 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 421 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 180 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 50 mil) e pessoal (R$ 8 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,7 milhão em 2014 (40% com publicidade por placas, estandartes e faixas) e R$ 1,1 milhão em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

680.435 votos em 2018 · 10 eleições

A votação de Silvio Serafim Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorPrefeitoDep. FederalSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 421 mil em receitas · R$ 421 mil em gastos

Silvio Costa declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Pernambuco em 2006, 2010 e 2014, e senador por Pernambuco em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 421 mil em receitas: R$ 308 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 27 mil de outras campanhas e R$ 86 mil de doações privadas (5 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 421 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 180 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 50 mil). Em 2014, 40% dos R$ 1,7 milhão em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas; em 2010, R$ 1,1 milhão em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 421 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 421 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 1,7 milhãocontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Senador, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 421 mil
5 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 73% · partido e outras campanhas 6% · pessoas 21%
Gasto contratado
R$ 421 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 180 mil42,8%
  • Materiais impressosR$ 50 mil11,8%
  • PessoalR$ 8 mil1,9%
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil1,8%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 157 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 175 mil41,7%
2014Deputado federal, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,7 milhão
doações de pessoas
partido 40% · pessoas 3% · empresas 57%
Gasto contratado
R$ 1,7 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 701 mil40,5%
  • Materiais impressosR$ 319 mil18,4%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 680menos de 0,1%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 418 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 295 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 713 mil41,1%
2010Deputado federal, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,2 milhão
doações de pessoas
partido 22% · pessoas 13% · empresas 64% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 207 mil18,0%
  • Materiais impressosR$ 195 mil16,9%
  • Serviços de terceirosR$ 190 mil16,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 135 mil11,7%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 337 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 424 mil36,8%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 34 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 32% · pessoas 27% · empresas 3% · próprios 38%
Gasto contratado
R$ 34 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 25 mil71,9%
  • Publicidade por carros de somR$ 7 mil20,4%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 1 mil2,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 9802,9%
  • Outras 3 categoriasR$ 6531,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 55,8 milhões empenhados · 86% pago · 87 emendas em 34 municípios

Senado Federal. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 06/10/20263

No Senado Federal, Silvio Costa teve R$ 55,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 87 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 34 municípios. Já foram pagos R$ 48 milhões (86%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (61%). As cidades que mais receberam foram Caetés, Agrestina e Belo Jardim.2

EmpenhadoR$ 55,8 milhõesorçamentos de 2016 a 2019
PagoR$ 48 milhões86% do empenhado, com restos a pagar
Emendas87individuais
Municípios34diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2019R$ 15,4 milhõesR$ 14,8 milhões96%2410
2018R$ 14,7 milhõesR$ 12 milhões81%2416
2017R$ 12,5 milhõesR$ 10,7 milhões85%169
2016R$ 13,2 milhõesR$ 10,5 milhões79%2312
TotalR$ 55,8 milhõesR$ 47,9 milhões86%8734

Funções que mais receberam

  1. 1SaúdeR$ 33,9 milhões60,7%
  2. 2UrbanismoR$ 7,7 milhões13,7%
  3. 3EducaçãoR$ 4,3 milhões7,8%

Municípios que mais receberam

  1. 1CaetésR$ 2,6 milhões4,7%
  2. 2AgrestinaR$ 2,5 milhões4,4%
  3. 3Belo JardimR$ 2 milhões3,6%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 2010, 2014 e 2022

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892