Dilma Lins

Foto de Dilma Maria Freitas Lins
Dilma Lins
Dilma Maria Freitas Lins (nome civil)
4 eleições entre 1996 e 2010 · último partido DEM
50 anos em 2010 · Feminino · Ensino fundamental completo
Deputado

Dilma Lins (Dilma Maria Freitas Lins) disputou 4 eleições entre 1996 e 2010, para deputada estadual e vereadora, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 1 vez: deputada estadual em 2002. A maior votação foi em 2002, para deputada estadual por PE: 41.235 votos. Na campanha de 2010 para deputada estadual por PE, declarou R$ 64 mil em receitas: R$ 64 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 340 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 64 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil), pessoal (R$ 8 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 68 mil.

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Evolução da votação nas eleições

2.735 votos em 2010 · 4 eleições

A votação de Dilma Maria Freitas Lins em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 64 mil em receitas · R$ 64 mil em gastos contratados

Dilma Lins declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada estadual por Pernambuco em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 64 mil em receitas: R$ 64 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 340 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 64 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e pessoal (R$ 8 mil). Em 2006, R$ 68 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 64 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 64 milcontratados
Gastos em 2006R$ 68 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2010Deputada estadual, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 64 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 99% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 64 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil14,3%
  • PessoalR$ 8 mil12,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil2,3%
  • AlimentaçãoR$ 5680,9%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 40 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 45 mil70,0%
2006Deputada estadual, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 68 mil
5 doadores pessoas físicas
partido 29% · pessoas 5% · próprios 66%
Gasto contratado
R$ 68 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 26 mil38,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 22 mil31,9%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 16 mil23,0%
  • AlimentaçãoR$ 2 mil3,1%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil3,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleita em 2002

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892