- Impulsionamento de conteúdosR$ 63 mil39,1%
- Materiais impressosR$ 35 mil21,9%
- Serviços advocatíciosR$ 20 mil12,4%
- Cessão ou locação de veículosR$ 17 mil10,3%
- Outras 6 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 26 mil16,3%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Joâo Fernando (João Fernando Pontual Coutinho) disputou 6 eleições entre 2002 e 2024, para prefeito, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: deputado federal em 2014; deputado estadual em 2010, 2006 e 2002. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por PE: 120.059 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 51,5 milhões empenhados em 51 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 39 municípios; 79% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2024 para prefeito em Água Preta/PE, declarou R$ 197 mil em receitas: R$ 192 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 161 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 63 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 35 mil) e serviços advocatícios (R$ 20 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,6 milhão em 2018 (44% com publicidade por materiais impressos) e R$ 1,3 milhão em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de João Fernando Pontual Coutinho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Joâo Fernando declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Pernambuco em 2006 e 2010, deputado federal por Pernambuco em 2014 e 2018, e prefeito em Água Preta (PE) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 197 mil em receitas: R$ 192 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 161 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 63 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 35 mil). Em 2018, 44% dos R$ 1,6 milhão em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, 55% dos R$ 1,3 milhão em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Joâo Fernando teve R$ 51,5 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 51 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 39 municípios. Já foram pagos R$ 40,9 milhões (79%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (52%). As cidades que mais receberam foram Ipojuca, Brumado e Recife.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 14,2 milhões | R$ 10,6 milhões | 75% | 22 | 5 |
| 2018 | R$ 13,7 milhões | R$ 9,7 milhões | 70% | 10 | 15 |
| 2017 | R$ 12 milhões | R$ 11 milhões | 92% | 7 | 16 |
| 2016 | R$ 11,3 milhões | R$ 9,1 milhões | 81% | 11 | 13 |
| Total | R$ 51,2 milhões | R$ 40,4 milhões | 79% | 50 | 39 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.