Isaltino Nascimento (Isaltino José do Nascimento Filho) disputou 7 eleições entre 2000 e 2022, para deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 5 vezes: deputado estadual em 2018, 2010, 2006 e 2002; vereador de Recife em 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por PE: 52.955 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por PE, declarou R$ 349 mil em receitas: R$ 108 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 241 mil de doações privadas (32 doadores). Os gastos contratados somam R$ 341 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 180 mil), publicidade por adesivos (R$ 37 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 34 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 318 mil em 2018 e R$ 627 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
31.368 votos em 2022 · 7 eleições
A votação de Isaltino José do Nascimento Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 349 mil em receitas · R$ 341 mil em gastos
Isaltino Nascimento declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Pernambuco em 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 349 mil em receitas: R$ 108 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 241 mil de doações privadas (32 doadores). Os gastos contratados somam R$ 341 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 180 mil) e publicidade por adesivos (R$ 37 mil). Em 2018, R$ 318 mil em gastos contratados; em 2014, R$ 627 mil em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 349 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 341 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 318 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 21% · pessoas 30% · empresas 3% · próprios 33% · outras 14%
Gasto contratado
R$ 388 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 50 mil12,9%
Combustíveis e lubrificantesR$ 42 mil10,9%
Materiais impressosR$ 37 mil9,6%
Transporte ou deslocamentoR$ 27 mil7,1%
Outras 19 categoriasinclui R$ 21 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 231 mil59,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002ELEITO32.037GPE · 39 anos · Superior completo · Servidor Publico Federal · PT · nº 13500 · ver resultado completo
Coligação: PT / PC do B / PCB / PL / PMN
Vereador · 2000ELEITO5.242LRecife, Pernambuco · 37 anos · Superior completo · PT · nº 13500 · ver resultado completo
Coligação: PT / PGT / PCB / PC do B
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.