Cyro Coelho

Foto de Cyro Eugenio Viana Coelho
Cyro Coelho
Cyro Eugenio Viana Coelho (nome civil)
5 eleições entre 1996 e 2010 · último partido PSB
50 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Cyro Coelho (Cyro Eugênio Viana Coelho) disputou 5 eleições entre 1996 e 2010, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2006, 2002 e 1998; vereador de Petrolina em 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por PE: 44.365 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por PE, declarou R$ 335 mil em receitas: R$ 250 mil de outros recursos do partido, R$ 10 mil de doações privadas, R$ 75 mil de empresas e R$ 20 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 335 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 95 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 76 mil) e pessoal (R$ 59 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 237 mil.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

27.425 votos em 2010 · 5 eleições

A votação de Cyro Eugenio Viana Coelho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 335 mil em receitas · R$ 335 mil em gastos contratados

Cyro Coelho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Pernambuco em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 335 mil em receitas: R$ 250 mil de outros recursos do partido, R$ 10 mil de doações privadas, R$ 75 mil de empresas e R$ 20 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 335 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 95 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 76 mil). Em 2006, R$ 237 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 335 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 335 milcontratados
Gastos em 2006R$ 237 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 335 mil
doações de pessoas
partido 75% · pessoas 3% · empresas 22% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 335 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 95 mil28,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 76 mil22,6%
  • PessoalR$ 59 mil17,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 29 mil8,7%
  • Outras 9 categoriasR$ 77 mil22,9%
2006Deputado estadual, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 237 mil
4 doadores pessoas físicas
partido 27% · pessoas 3% · empresas 70%
Gasto contratado
R$ 237 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 82 mil34,4%
  • Materiais impressosR$ 57 mil24,0%
  • Serviços de terceirosR$ 35 mil14,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 23 mil9,8%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 41 mil17,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1998, 2002 e 2006

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892