Toinho do Pará

Foto de Antonio Figueiroa de Siqueira
Toinho do Pará
Antonio Figueiroa de Siqueira (nome civil)
8 eleições entre 1996 e 2024 · último partido REPUBLICANOS
60 anos em 2024 · Masculino · Ensino fundamental completo
Agricultor

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Toinho do Pará (Antônio Figueirôa de Siqueira) disputou 8 eleições entre 1996 e 2024, para vereador, deputado estadual, prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 6 vezes: vereador de Santa Cruz do Capibaribe em 2016 e 1996; prefeito de Santa Cruz do Capibaribe em 2008; deputado estadual em 2006 e 2002; vice-prefeito de Santa Cruz do Capibaribe em 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por PE: 32.284 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Santa Cruz do Capibaribe/PE, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 528 de outras campanhas e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 18 mil em 2016 e R$ 128 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

1.134 votos em 2024 · 8 eleições

A votação de Antonio Figueiroa de Siqueira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 5 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos

Toinho do Pará declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Pernambuco em 2006 e 2014, prefeito em Santa Cruz do Capibaribe (PE) em 2008, e vereador em Santa Cruz do Capibaribe (PE) em 2016 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 528 de outras campanhas e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Em 2016, R$ 18 mil em gastos contratados; em 2014, R$ 128 mil em gastos contratados.

Receitas em 2024R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 5 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 18 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Santa Cruz do Capibaribe (PE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 10% · pessoas 90%
Gasto contratado
R$ 5 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil51,1%
  • Materiais impressosR$ 2 mil48,9%
2016Vereador, Santa Cruz do Capibaribe (PE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 18 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil31,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 5 mil26,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil14,9%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil14,4%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 330 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil13,0%
2014Deputado estadual, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 128 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 2% · próprios 98%
Gasto contratado
R$ 128 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 41 mil31,9%
  • Publicidade por carros de somR$ 36 mil28,1%
  • Materiais impressosR$ 30 mil23,4%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 16 mil12,3%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 310 lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil4,3%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Prefeito, Santa Cruz do Capibaribe (PE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 222 mil
12 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 81% · pessoas 5% · empresas 9% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 222 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 57 mil25,7%
  • Publicidade por carros de somR$ 35 mil15,8%
  • Serviços de terceirosR$ 27 mil12,3%
  • Materiais impressosR$ 20 mil9,0%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 54 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 82 mil37,1%
2006Deputado estadual, PernambucoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 57 mil
doações de pessoas
pessoas 12% · empresas 61% · próprios 27%
Gasto contratado
R$ 57 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 32 mil55,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 17 mil30,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil8,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil4,2%
  • Outras 3 categoriasR$ 6401,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2006, 2008 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892