Geraldo Melo

Foto de Geraldo Jose da Camara Ferreira de Melo
Geraldo Melo
Geraldo Jose da Camara Ferreira de Melo (nome civil)
5 eleições entre 1986 e 2018 · último partido PSDB
83 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Geraldo Melo (Geraldo José da Câmara Ferreira de Melo) disputou 5 eleições entre 1986 e 2018, para senador e governador. Ele foi eleito 2 vezes: senador em 1994; governador em 1986. A maior votação foi em 2002, para senador por RN: 479.723 votos. Na campanha de 2018 para senador por RN, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 502 mil de outras campanhas, R$ 19 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 24 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 280 mil), criação e inclusão de páginas na internet (R$ 248 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 149 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1,1 milhão.

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Evolução da votação nas eleições

382.249 votos em 2018 · 5 eleições

A votação de Geraldo Jose da Camara Ferreira de Melo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

GovernadorSenador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 1 milhão em receitas · R$ 1 milhão em gastos

Geraldo Melo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: senador por Rio Grande do Norte em 2006 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 502 mil de outras campanhas, R$ 19 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 24 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 280 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 248 mil). Em 2006, R$ 1,1 milhão em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 1 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 1 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2006R$ 1,1 milhãocontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2018Senador, Rio Grande do NorteVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 milhão
3 doadores pessoas físicas
FEFC 48% · partido e outras campanhas 48% · pessoas 2% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 1 milhão
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 280 mil26,9%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 248 mil23,8%
  • Materiais impressosR$ 149 mil14,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 125 mil12,0%
  • Outras 10 categoriasR$ 239 mil23,0%
2006Senador, Rio Grande do NorteVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,1 milhão
7 doadores pessoas físicas
pessoas 7% · empresas 29% · próprios 38% · outras 26%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 246 mil22,9%
  • PessoalR$ 137 mil12,7%
  • Publicidade por carros de somR$ 135 mil12,6%
  • Despesas postaisR$ 110 mil10,3%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 310 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 16 doados a outros candidatos e partidosR$ 445 mil41,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1986 e 1994

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892