Zé Carlos do PV

Foto de Jose Carlos Lima da Costa
Zé Carlos do PV
Jose Carlos Lima da Costa (nome civil)
9 eleições entre 1994 e 2018 · último partido PV
60 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Advogado

Zé Carlos do PV (José Carlos Lima da Costa) disputou 9 eleições entre 1994 e 2018, para deputado federal, governador, vereador, deputado estadual e prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 2014, para governador por PA: 44.247 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por PA, declarou R$ 243 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 223 mil, principalmente com eventos de promoção da candidatura (R$ 170 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 14 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 509 mil em 2014 (65% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 38 mil em 2012.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

9.052 votos em 2018 · 9 eleições

A votação de Jose Carlos Lima da Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalPrefeitoVereadorGovernador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 243 mil em receitas · R$ 223 mil em gastos

Zé Carlos do PV declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Belém (PA) em 2008 e 2012, deputado federal por Pará em 2010 e 2018, e governador por Pará em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 243 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 223 mil, principalmente com eventos de promoção da candidatura (R$ 170 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil). Em 2014, 65% dos R$ 509 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2012, R$ 38 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 243 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 223 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 509 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 243 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 223 mil
tudo pago (100%)
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 170 mil76,4%
  • Materiais impressosR$ 16 mil7,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 14 mil6,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 9 mil4,2%
  • Outras 4 categoriasR$ 13 mil5,7%
2014Governador, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 509 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 79% · pessoas menos de 1% · empresas 20% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 509 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 333 mil65,4%
  • Materiais impressosR$ 87 mil17,2%
  • Serviços de terceirosR$ 23 mil4,5%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 13 mil2,5%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 14 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 54 mil10,5%
2012Vereador, Belém (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 63 mil
8 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
Fundo Partidário 48% · partido e outras campanhas 25% · pessoas 15% · empresas 10% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 38 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 15 mil38,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 14 mil35,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil14,1%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 1 mil3,3%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil8,6%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado federal, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 180 mil
7 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 28% · partido e outras campanhas 55% · pessoas 4% · empresas 13%
Gasto contratado
R$ 180 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 72 mil40,0%
  • Serviços de terceirosR$ 41 mil22,8%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 21 mil11,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 13 mil7,0%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 963 lançados como "diversas a especificar"R$ 34 mil18,8%
2008Vereador, Belém (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 112 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 56% · pessoas 8% · empresas 27% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 112 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 51 mil45,1%
  • Materiais impressosR$ 21 mil19,0%
  • Locação de imóveisR$ 8 mil6,8%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil1,6%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 379 lançados como "diversas a especificar"R$ 31 mil27,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 1994

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892