Professor Paulo Monteiro

Foto de Paulo Roberto Goncalves Monteiro
Professor Paulo Monteiro
Paulo Roberto Goncalves Monteiro (nome civil)
9 eleições entre 2000 e 2020 · PSB
65 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)

Professor Paulo Monteiro (Paulo Roberto Gonçalves Monteiro) disputou 9 eleições entre 2000 e 2020, para vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para vereador em Belém/PA: 2.586 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Belém/PA, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 8 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 661 do Fundo Partidário e R$ 1 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2016 (41% com publicidade por materiais impressos) e R$ 6 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

207 votos em 2020 · 9 eleições

A votação de Paulo Roberto Goncalves Monteiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 10 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos

Professor Paulo Monteiro declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Pará em 2006 e 2010, e vereador em Belém (PA) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 8 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 661 do Fundo Partidário e R$ 1 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 3 mil). Em 2016, 41% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, 46% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 10 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 3 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas6de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Belém (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
sem doações de pessoas
FEFC 81% · Fundo Partidário 6% · partido e outras campanhas 13%
Gasto contratado
R$ 3 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 3 mil100,0%
2016Vereador, Belém (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 37% · partido e outras campanhas 14% · pessoas 12% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil41,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 1 mil35,3%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 35012,0%
  • Serviços de terceirosR$ 2006,9%
  • Outras 2 categoriasR$ 1304,5%
2012Vereador, Belém (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 35% · pessoas 15% · próprios 50%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil45,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil28,6%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 59310,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 56010,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 2945,3%
Ver as 3 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 87% · pessoas 11% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 23 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 9 mil40,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 9004,0%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 3001,3%
  • TelefoneR$ 2000,9%
  • Outras 1 categoriaR$ 12 mil53,9%
2008Vereador, Belém (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
9 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 22% · pessoas 67% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5605,8%
  • Materiais impressosR$ 3003,1%
  • Serviços de terceirosR$ 1001,0%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 340,4%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 6 lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil89,6%
2006Deputado estadual, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • AlimentaçãoR$ 2 mil78,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 46218,5%
  • TelefoneR$ 552,2%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 100,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892