Ademir Andrade

Foto de Ademir Galvão Andrade
Ademir Andrade
Ademir Galvão Andrade (nome civil)
11 eleições entre 1978 e 2014 · último partido PSB
64 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Economista

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ademir Andrade (Ademir Galvão Andrade) disputou 11 eleições entre 1978 e 2014, para deputado federal, vereador, governador, senador e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: vereador de Belém em 2008; senador em 1994; deputado federal em 1986 e 1982; deputado estadual em 1978. A maior votação foi em 2002, para governador por PA: 626.632 votos. Na campanha de 2014 para deputado federal por PA, declarou R$ 972 mil em receitas: R$ 136 mil do Fundo Partidário, R$ 482 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 42 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 38 mil de empresas e R$ 274 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 972 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 301 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 254 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 65 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 455 mil em 2010 e R$ 139 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

56.574 votos em 2014 · 11 eleições

A votação de Ademir Galvão Andrade em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalSenadorGovernadorVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 972 mil em receitas · R$ 972 mil em gastos contratados

Ademir Andrade declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Pará em 2006, 2010 e 2014, e vereador em Belém (PA) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 972 mil em receitas: R$ 136 mil do Fundo Partidário, R$ 482 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 42 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 38 mil de empresas e R$ 274 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 972 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 301 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 254 mil). Em 2010, R$ 455 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 139 mil em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 972 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 972 milcontratados
Gastos em 2010R$ 455 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2008, 2010 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado federal, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 972 mil
4 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 14% · partido e outras campanhas 50% · pessoas 4% · empresas 4% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 972 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 301 mil30,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 254 mil26,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 65 mil6,6%
  • Publicidade por carros de somR$ 36 mil3,7%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 231 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 316 mil32,5%
2010Deputado federal, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 455 mil
40 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 46% · pessoas 22% · empresas 19% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 455 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 111 mil24,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 34 mil7,5%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 17 mil3,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 16 mil3,5%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 226 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 277 mil60,9%
2008Vereador, Belém (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 139 mil
61 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 30% · pessoas 25% · empresas 29% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 139 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 37 mil26,3%
  • Serviços de terceirosR$ 17 mil12,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 13 mil9,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil5,0%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 31 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 66 mil47,4%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 227 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 11% · empresas 1% · próprios 80%
Gasto contratado
R$ 187 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 83 mil44,0%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 57 mil30,2%
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil5,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil1,5%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 9 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 35 mil18,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

11 candidaturas · eleito em 1986, 1994 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892