Raul Freixes

Foto de Raul Martines Freixes
Raul Freixes
Raul Martines Freixes (nome civil)
4 eleições entre 2002 e 2010 · último partido PT do B
49 anos em 2010 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Raul Freixes (Raul Martines Freixes) disputou 4 eleições entre 2002 e 2010, para deputado estadual e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2002. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por MS: 14.026 votos. Na campanha de 2006 para deputado estadual por MS, declarou R$ 108 mil em receitas: R$ 21 mil de outras campanhas, R$ 27 mil de doações privadas, R$ 1 mil de empresas e R$ 60 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 108 mil, principalmente com pessoal (R$ 37 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 17 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 6 mil).

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

5.982 votos em 2010 (anulados) · 4 eleições

A votação de Raul Martines Freixes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2006: R$ 108 mil em receitas · R$ 108 mil em gastos contratados

Raul Freixes declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 108 mil em receitas: R$ 21 mil de outras campanhas, R$ 27 mil de doações privadas, R$ 1 mil de empresas e R$ 60 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 108 mil, principalmente com pessoal (R$ 37 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 17 mil).

Receitas em 2006R$ 108 milcampanha encerrada
Gastos em 2006R$ 108 milcontratados
Campanhas12006

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2006Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 108 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 19% · pessoas 24% · empresas menos de 1% · próprios 55%
Gasto contratado
R$ 108 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 37 mil34,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 17 mil15,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil5,5%
  • Materiais impressosR$ 5 mil5,0%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 43 mil39,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2002

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892