Robson Martins

Foto de Robson Leiria Martins
Robson Martins
Robson Leiria Martins (nome civil)
10 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PTN
53 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Advogado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Robson Martins (Robson Leiria Martins) disputou 10 eleições entre 1996 e 2016, para vereador, deputado estadual e deputado federal. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Campo Grande em 2000. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por MS: 6.456 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Campo Grande/MS, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 400 de outros recursos do partido e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil), pessoal (R$ 2 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 140). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 25 mil em 2014 e R$ 12 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

568 votos em 2016 · 10 eleições

A votação de Robson Leiria Martins em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 5 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos contratados

Robson Martins declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2006, 2010 e 2014, e vereador em Campo Grande (MS) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 400 de outros recursos do partido e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e pessoal (R$ 2 mil). Em 2014, R$ 25 mil em gastos contratados; em 2012, 75% dos R$ 12 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 5 milcontratados
Gastos em 2014R$ 25 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas6de 2006 a 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
partido 9% · próprios 91%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil61,3%
  • PessoalR$ 2 mil35,6%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 1403,1%
2014Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 25 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 53% · próprios 47%
Gasto contratado
R$ 25 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 8 mil33,3%
  • Materiais impressosR$ 7 mil25,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil19,8%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil12,2%
  • Outras 5 categoriasR$ 2 mil9,1%
2012Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 24 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 97% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil75,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil8,6%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 8006,5%
  • Publicidade por carros de somR$ 5004,1%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 600 lançados como "diversas a especificar"R$ 6885,6%
Ver as 3 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 41 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 78% · próprios 22%
Gasto contratado
R$ 41 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 18 mil43,7%
  • Materiais impressosR$ 5 mil11,6%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 4 mil8,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil3,6%
  • Outras 5 categoriasR$ 13 mil32,6%
2008Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 34 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 24% · pessoas 21% · empresas 4% · próprios 52%
Gasto contratado
R$ 34 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 4 mil10,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil8,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil7,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil5,8%
  • Outras 5 categoriasR$ 23 mil66,9%
2006Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 35 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 92% · pessoas 7% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 35 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 7 mil18,4%
  • Materiais impressosR$ 6 mil17,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil13,6%
  • PessoalR$ 2 mil5,5%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 16 mil44,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892