Cabo Almi

Foto de Jose Almi Pereira Moura
Cabo Almi
Jose Almi Pereira Moura (nome civil)
11 eleições entre 1996 e 2018 · PT
56 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio completo
Deputado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Cabo Almi (José Almi Pereira Moura) disputou 11 eleições entre 1996 e 2018, para deputado estadual, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 7 vezes: deputado estadual em 2018, 2014 e 2010; vereador de Campo Grande em 2008, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por MS: 21.195 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por MS, declarou R$ 134 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 75 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 109 mil, principalmente com pessoal (R$ 33 mil), correspondências e despesas postais (R$ 26 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 610 mil em 2014 (56% com pessoal) e R$ 469 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

21.121 votos em 2018 (eleito) · 11 eleições

A votação de Jose Almi Pereira Moura em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 134 mil em receitas · R$ 109 mil em gastos

Cabo Almi declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2006, 2010, 2014 e 2018, e vereador em Campo Grande (MS) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 134 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 75 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 109 mil, principalmente com pessoal (R$ 33 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 26 mil). Em 2014, 56% dos R$ 610 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2010, 73% dos R$ 469 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2018R$ 134 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 109 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 610 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 134 mil
8 doadores pessoas físicas
FEFC 30% · partido e outras campanhas 6% · pessoas 8% · próprios 56%
Gasto contratado
R$ 109 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 33 mil30,7%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 26 mil23,7%
  • Materiais impressosR$ 14 mil13,2%
  • Serviços de terceirosR$ 9 mil8,3%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 26 mil24,1%
2014Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 610 mil
32 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 69% · pessoas 5% · empresas 8% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 610 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 341 mil55,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 101 mil16,6%
  • Materiais impressosR$ 50 mil8,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 34 mil5,6%
  • Outras 16 categoriasR$ 85 mil13,9%
2010Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 469 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 67% · pessoas 6% · empresas 18% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 469 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 344 mil73,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 24 mil5,2%
  • Materiais impressosR$ 11 mil2,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 7 mil1,4%
  • Outras 6 categoriasR$ 83 mil17,6%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 35 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 73% · próprios 27%
Gasto contratado
R$ 35 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 14 mil38,9%
  • Materiais impressosR$ 9 mil26,2%
  • PessoalR$ 2 mil7,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil5,1%
  • Outras 5 categoriasR$ 8 mil22,8%
2006Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 42 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 16% · empresas 33% · próprios 51%
Gasto contratado
R$ 42 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6 mil14,3%
  • Materiais impressosR$ 5 mil12,8%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 4 mil9,3%
  • Despesas postaisR$ 3 mil7,1%
  • Outras 5 categoriasR$ 24 mil56,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

11 candidaturas · eleito em 2010, 2014 e 2018

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892